Estivemos caminhando o dia inteiro, voltamos para casa já era tarde, quase meia noite. O dia foi bom, cansativo, mas você sempre me provocando ao longo do dia… Não tínhamos nada e você era uma doce visita que tive o prazer de ter em casa. Ao chegar em casa, você disse que ia tomar um banho eu concordei. Antes de entrar no banheiro você me olho de um jeito que me deixou sem ar… fui na cozinha tomei um copo de água, e ouvi o barulho do chuveiro ligando. “Minha nossa, quanta vontade…” eu pensei. Terminei de beber água e ia para o quarto, quando passo de frente para o banheiro e a porta está semiaberta. Não acreditei, você sempre fechava a porta. Perguntei na brincadeira se era para fechar a porta ou era para eu entrar e depois fechar a portar. Você disse: “Você quem sabe”. Nesse momento todo o meu corpo estava tenso… Mas eu já não pensava direito… eu entrei… Fechei a porta, tirei minha roupa, mas ainda só consegui ver você pelo vidro, mas como um vulto porque estava cheio de vapor do chuveiro. Puxei a porta de correr do chuveiro e entrei… você estava se molhando, e pude te ver toda nua e molhada. Eu estava congelado, só podia te apreciar… você olhou pra mim, sorriu e perguntou se eu não iri me molhar… aproximei de você, molhei, mas nesse momento estávamos tão próximos que nos beijamos…
Aquele beijo fez meu corpo ferver… eu estava tão excitado. Continuei te beijando, te empurrei um pouco para perto da parede, você de costas para parede me beijando, o chuveiro nos molhando, minhas mãos passava por seu corpo, e suas mãos pelos meus. Coloquei uma das minhas mãos no seu seio, a poupando, acariciando e as vezes apertando seu mamilo. Desci com a outra mão, até te sentir quente, molhada, acariciei por cima e coloquei meu dedo em você. Não com força, mas com firmeza. Te ouvi gemer um pouquinho…. Enquanto isso, sua mão já agarrava “nele”, me acariciando delicadamente, me sentindo todo em sua mão. Continuamos naquilo, mas não era suficiente, não para a gente. Te ajeitei um pouco, segurei em uma das suas pernas, levantando ela um pouco, me encaixei um pouco em você, segurei meu pênis e coloquei em você, pude sentir sua respiração de prazer… uma das suas pernas envolvida em mim, um dos braços em volta do meu pescoço, a outra mão segurando contra a parede para não cair.. eu te segurando, e me movimentando vagarosamente dentro de você… podia sentir a umidade, o desejo, o calor de dentro de você…
Me afastei um pouco de você, me tirei de dentro, e carinhosamente te mudei de lugar, coloquei você contra a parede, de costas pra mim, sua mão na parede, curvada para frente, segurei “nele” e coloquei vagarosamente em você. Pode novamente te sentir toda. Comecei a me movimentar para frente e para traz, segurando com firmeza nos seus quadris, que tesão, que delícia! Continuei com o movimento e deslizei minha mão nas suas costas até chegar a sua cabeça, segurei com firmeza no seu cabelo, bem próximo a raiz do cabelo. Eu continuava a me movimentar, meu coração acelerado, meu pênis duro dentro de você, a cada novo movimento você gemia, minha mão te puxava pelo cabelo. Não era força, era firmeza, não quero te machucar quero te dar prazer!! Com minha outra mão deslizei por sua cintura e apertei um de seus seios. Eu já estava a mil, então diminui o ritmo, tentando me concentrar pra não gozar, mas quase impossível… Diminui um pouco mais voltei para minhas mãos ao seus quadris, foi quando me deu essa vontade imensa… te dei um tapa na bunda, não com violência, com firmeza… continuei meu movimento e as vezes te dava uns tapas… você gemendo pediu “bate mais forte”… e assim eu o fiz. Seu bum bum vermelho, meu pênis dentro de você, minhas mãos no seus quadris te puxando para mim, você gemendo, com as mãos deslizando na parede, também firme…
Nunca me achei muito “digno” e inimaginavelmente você tinha me permitido ter esse prazer com você. Eu já estava no meu limite, com tanto prazer que você me proporcionava. Você então com sua mão para trás até alcançar meu bumbum, me passou a controlar para ir vagarosamente, não mais com toda aquela agitação, mas ainda sim era um prazer indescritível. Em seguida você me tirou de dentro de você, se virou e se abaixou na minha frente. Eu estava ofegante, totalmente duro e latejante. Abaixada na minha frente você deu um sorriso, olho nos meus olhos, e dali começou a me acariciar. Não entendi exatamente o porque estava fazendo aquilo comigo, mas percebi que queria ver o meu prazer. Queria ver na minha cara, minhas feições ao ser você a me dar prazer. Você continuou, alternando entre olhar para mim de maneira prazerosa, e a olhar pra “ele” tão duro na sua mão. Você movimentava sua mão, e a cada segundo um pouco mais rápido, eu já não mais em aguentava, você continuou e eu me contorci um pouco e gozei… me impressionou a quantidade de líquido que saiu. Me apoiei um pouco no seu ombro. Você ainda estava com ele na mão, a espera até da ultima gota… Você estava com aquele liquido nos seios e até um pouco no pescoço. Vi aquela cena tão prazerosa, tão única. Você voltou a sorrir pra mim, te levante, te puxei para perto de mim e te beijei envolvendo nos meus braços, nossos corpos juntos independente da bagunça.